6/12/2006

NERVOSISMO DE ESTRÉIA

Mais uma madrugada, e eu tentando escrever algo de interessante para vocês. Mas, como eu disse no início, os tomates são verdes, e muitas vezes são fritos, mas muito raramente esses tomates serão comidos.

Hoje todos os brasileiros vivem um momento de ansiedade. Amanhã, estaremos jogando pela primeira vez. Acho que o primeiro e o último jogo de uma seleção são sempre os mais emocionantes.

Fico pensando em como os jogadores devem estar se sentido nesse momento. Estão aprisionados a uma espécie de nervosismo incalculável. O mais assustador, é que isso acontece com eles, com o resto do mundo, com você e comigo. Somos prisioneiros de algo que direta ou indiretamente nos toma o domínio e controle de nossas matérias e, muitas vezes, até de nossas almas.

Todos temos uma prisão, seja ela muito clara ou muito míope, todos temos uma prisão. A verdade é que sempre estaremos presos a algo, resta saber se essa prisão irá nos tornar pardais ou águias, ovelhas ou lobos, santos ou pecadores. Não fique preocupado, no fim das contas, sempre descobrimos algo que nos liberta totalmente, ou que nos aprisiona eternamente. Sempre temos uma resposta, e isso é o mais desesperador.

Acho que já vou indo, porque os textos mudam, porém o horário sempre continuará o mesmo. O tempo não para, mas eu não sou como ele. Estou com um pouco de sono, mas eu volto pra escrever sobre o que achei do jogo de estréia. Amanhã, teremos os “canarinhos” e quarta-feira teremos a “águia vermelha” tentando se recuperar de sua dolorosa queda, enfim, espero que as duas aves consigam alegria para seus países.

Enquanto isso na Alemanha: