GRAMA, NOS SERVIRÃO GRAMA ...
"Tudo passou. Estão mudas as vozes para sempre.
A casa é outra já, são outros os canteiros e as flores
Só eu sou o mesmo, ainda: não mudei! "
(Augusto Frederico Schmidt)
Ressurgindo das cinzas. Acordando para o nada. Fugindo da solidão. Abraçando a esquizofrenia. E se pudesses ver o monstro por trás do espelho? O que dirias diante de seu oculto revelado? E se pudesses entender sua criação doentia? E se pudesses descobrir o segredo da vida? O que dirias, diante de fatos... revelações. O que dirias?
Gotas de tinta, solitárias e únicas. Gotas, caindo sobre um quadro vazio. Gotas, meticulosas gotas de tinta. O tudo e o nada são seus dependentes. Medíocres gotas que sempre deixam suas marcas... Suas formas. Apresentam um paraíso diante do penhasco esquecido. Gotas, porção pouco considerável diante de uma pintura completa.
Chopin está tocando suas melancólicas músicas. A noite está chegando, seu medo está sendo despertado. Sempre o mesmo rosto refletido em diferentes lágrimas. As pesadas teclas do piano ainda tocam. Eis que a razão dormirá um humilde sono. Um sono sem tempo. O infinito se apresentará diante de nós, o que diremos para ele?
A chuva cai sobre o gramado verde. Ela corre alegremente, sem se importar com a vida. Apenas corre, para o inexistente... para o eterno. Flores amarelas ocultam a realidade dos fatos. Os campos verdes apresentam um passado chamado "futuro". As flores escondem suas lágrimas diante do óbvio. São mentirosas, são fantasiosas. São retratos dos sentimentos humanos.
Sobre a linha tênue do límpido e do ambíguo levamos nossas vidas. Como descobrir seus sentimentos? Como demonstrar os meus? Será que amores do passado se reencontrarão no futuro? Como poderemos diferenciar a montanha do abismo? Hipnóticos, os olhos serão sempre hipnóticos.
Meus caros, sei que não estou atualizando o meu blog com freqüência. Peço minhas desculpas. Hoje quis escrever coisas sem sentido. Apenas quis escrever, precisava atualizá-lo. Existem momentos primorosos e outros ruins, acho que todos os dias são assim. Tento retratar um pouco disso em meus textos. Não escrevo bem, apenas escrevo pela alegre sensação de ver as palavras se formando.
Quero deixar um forte abraço para todos. Nesse Domingo teremos um prato especial. Grama, nos servirão grama. Espero que todos tenham um bom apetite. Sei que vai ser impossível mas querendo ou não, teremos grama no almoço.
Foto do dia: Tirei essa foto na cidade de Maricá, acho que ela combina perfeitamente com o prato de amanhã.
A casa é outra já, são outros os canteiros e as flores
Só eu sou o mesmo, ainda: não mudei! "
(Augusto Frederico Schmidt)
Ressurgindo das cinzas. Acordando para o nada. Fugindo da solidão. Abraçando a esquizofrenia. E se pudesses ver o monstro por trás do espelho? O que dirias diante de seu oculto revelado? E se pudesses entender sua criação doentia? E se pudesses descobrir o segredo da vida? O que dirias, diante de fatos... revelações. O que dirias?
Gotas de tinta, solitárias e únicas. Gotas, caindo sobre um quadro vazio. Gotas, meticulosas gotas de tinta. O tudo e o nada são seus dependentes. Medíocres gotas que sempre deixam suas marcas... Suas formas. Apresentam um paraíso diante do penhasco esquecido. Gotas, porção pouco considerável diante de uma pintura completa.
Chopin está tocando suas melancólicas músicas. A noite está chegando, seu medo está sendo despertado. Sempre o mesmo rosto refletido em diferentes lágrimas. As pesadas teclas do piano ainda tocam. Eis que a razão dormirá um humilde sono. Um sono sem tempo. O infinito se apresentará diante de nós, o que diremos para ele?
A chuva cai sobre o gramado verde. Ela corre alegremente, sem se importar com a vida. Apenas corre, para o inexistente... para o eterno. Flores amarelas ocultam a realidade dos fatos. Os campos verdes apresentam um passado chamado "futuro". As flores escondem suas lágrimas diante do óbvio. São mentirosas, são fantasiosas. São retratos dos sentimentos humanos.
Sobre a linha tênue do límpido e do ambíguo levamos nossas vidas. Como descobrir seus sentimentos? Como demonstrar os meus? Será que amores do passado se reencontrarão no futuro? Como poderemos diferenciar a montanha do abismo? Hipnóticos, os olhos serão sempre hipnóticos.
Meus caros, sei que não estou atualizando o meu blog com freqüência. Peço minhas desculpas. Hoje quis escrever coisas sem sentido. Apenas quis escrever, precisava atualizá-lo. Existem momentos primorosos e outros ruins, acho que todos os dias são assim. Tento retratar um pouco disso em meus textos. Não escrevo bem, apenas escrevo pela alegre sensação de ver as palavras se formando.
Quero deixar um forte abraço para todos. Nesse Domingo teremos um prato especial. Grama, nos servirão grama. Espero que todos tenham um bom apetite. Sei que vai ser impossível mas querendo ou não, teremos grama no almoço.
Foto do dia: Tirei essa foto na cidade de Maricá, acho que ela combina perfeitamente com o prato de amanhã.


