ÚLTIMA SESSÃO
"O passado é vulgar e enfadonho, o futuro é desprezível,
e esta noite maravilhosa, única na vida, vai acabar muito
em breve, dissolvendo-se na eternidade - então, para que viver?”
(Anton Tchekhov)
"Crer que esta é a única chance que teremos aprimora a nossa
visão de mundo, nos faz valorizar mais a vida. Viver esta vida
aquém da intensidade total, preocupando-se com o posterior,
é um desperdício terrível do imenso privilégio que é estar vivo.
Não desperdicem a vida, não haverá outra."
(Richard Dawkins)
Em um de seus poemas, o ministro Carlos Ayres Britto nos faz
o seguinte convite: "Tenham um caso de amor com a vida."
Condenar sua existência à incerteza de um tempo indeterminado
(leia-se: futuro) é promover a manutenção do vestígio fútil de
um cansaço. O futuro, como diria Tchekhov, é a manifestação
do desprezível.
O presente e, a certeza de que um dia ele terá o seu fim,
são os únicos vestígios concretos de nossa frágil existência .
Tenham um caso de amor com a vida.
P.s.: Apesar de oito dias de atraso, esta continua sendo uma
mensagem de ano novo. A pedido de alguns amigos, na próxima
postagem,prometo emitir opinião a respeito do "humilde" jato
(12 milhões de dólares) adquirido por Silas Malafaia.
Música do dia: Always on my mind - Elvis Presley
Livro do dia: Todos os nomes - José Saramago
Imagem do dia: Reflection of the Big Dipper - Jackson Pollock

e esta noite maravilhosa, única na vida, vai acabar muito
em breve, dissolvendo-se na eternidade - então, para que viver?”
(Anton Tchekhov)
"Crer que esta é a única chance que teremos aprimora a nossa
visão de mundo, nos faz valorizar mais a vida. Viver esta vida
aquém da intensidade total, preocupando-se com o posterior,
é um desperdício terrível do imenso privilégio que é estar vivo.
Não desperdicem a vida, não haverá outra."
(Richard Dawkins)
Em um de seus poemas, o ministro Carlos Ayres Britto nos faz
o seguinte convite: "Tenham um caso de amor com a vida."
Condenar sua existência à incerteza de um tempo indeterminado
(leia-se: futuro) é promover a manutenção do vestígio fútil de
um cansaço. O futuro, como diria Tchekhov, é a manifestação
do desprezível.
O presente e, a certeza de que um dia ele terá o seu fim,
são os únicos vestígios concretos de nossa frágil existência .
Tenham um caso de amor com a vida.
P.s.: Apesar de oito dias de atraso, esta continua sendo uma
mensagem de ano novo. A pedido de alguns amigos, na próxima
postagem,prometo emitir opinião a respeito do "humilde" jato
(12 milhões de dólares) adquirido por Silas Malafaia.
Música do dia: Always on my mind - Elvis Presley
Livro do dia: Todos os nomes - José Saramago
Imagem do dia: Reflection of the Big Dipper - Jackson Pollock


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